Twitter, Orkut. Televisão, mídia externa, mídia tradicional, enfim, em menos de um século a evolução dos meios de comunicação, com o surgimento de novos, foi tão intensa que o profissional da área precisou se reiventar.
O público, agora não mais passivo, passa a buscar seu espaço, questionando, fazendo noticias e selecionando aquilo que lhe interessa. Enfim, se revolucionou se
a comunicação.
No entanto este processo de segmentação, que a sociedade vive, não é válida para um comunicador. Se as especializações são cada vez mais definidas e os “novos” profissionais dominam apenas uma parte do processo de produção, o comunicador deve generalizar, compreender todo o processo, desde a formulação da noticia até que esta seja compreendida por seu receptor, e mais ainda deve conhecer todos os meios pelo qual essa mídia deve ser transmitida.
Então, se hoje a internet é a bola da vez, devemos lembrar que rádios, televisões, impressos, ainda tem seu público fiel. E se hoje se discute o fim ou não dos meios tradicionais, é valido lembrar que ainda estão presentes, e teem grande influência sobre as massa. Por tanto, é necessário a interação destes meios, assim como do profissional que deve ser um comunicador integrado.
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