Galera vale a pena assistir esse Video, pois com certeza todos nós vamos nos identificar com ele,pois pertencemos a uma geração 2.0.
Filhas da Mãe
Criada como uma agência ficticia para um trabalho de faculdade, o nome filhas da mãe acabou ficando para marcar nossa "triplice aliança".
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Dica: Mera coincidência
"O filme Mera Coincidência narra a história de um fictício presidente americano que se considerava reeleito. Contudo, onze dias antes das votações, descobriu-se seu envolvimento com uma amante - qualquer semelhança, aliás, é mera coincidência.
O escândalo sexual repercute em toda imprensa. Para solucionar o caso é convocado o "incomparável" Conrad Bean (Robert De Niro), que resolve todos os problemas do presidente. Mas para isso recorre à ajuda de um grande produtor de Hollywood, nada menos que Stanley Motss (Dustin Hoffman). A farsa consiste em forjar uma guerra entre os Estados Unidos e um país que a população nem pudesse imaginar: a Albânia.
Daí em diante a representação dos personagens se torna empolgante; o espectador fica fascinado com a criatividade do produtor de cinema. Entretanto, pode-se notar o que está por trás da força política de uma nação. O enredo do filme mostra o poder que a mídia traz, a fácil manipulação, motivo de gozação para muitos daqueles articuladores de farsas existentes.
Distrair a atenção do público. Esse é o alvo. A mídia forja situações para desviar os olhos do povo de determinado fato. Em Mera Coincidência foi uma guerra cinematográfica. Um dos problemas de nossa formação é que não queremos saber o que esta por trás dos acontecimentos. Qual o verdadeiro sentido de uma guerra?
Acontece que ninguém pensa nos motivos de uma guerra. O presidente diz "vamos guerrear" e todos aceitam. Isso nos lembra o grande ditador Hitler e sua grande carnificina - talvez o querido presidente dos Estados Unidos esteja se inspirando nestes ensinamentos.
Isso tudo será mera coincidência? Algo muito maior pode estar nos bastidores. Quando se trata de autobenefício o governo poder até forjar uma guerra. Até quando vamos vê-los no desenrolar dos fatos e imaginar que tudo é o acaso?
Fantoches. Isso é que somos. Em guerra a mídia sempre enfoca a maior potência. Todos vão com ela. Seria coincidência? Não. A história está aí para provar.
Ficha técnica
Título Original: Wag the Dog
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1997
Direção: Barry Levinson
Roteiro: Hilary Henkin e David Mamet, baseado em livro de Larry Beinhart
Produção: Robert De Niro, Barry Levinson e Jane Rosenthal
Música: Mark Knoffler
Direção de Fotografia: Robert Richardson
Direção de Arte: Mark Worthington
Figurino: Rita Ryack
Edição: Stu Linder"
Fonte: canaldaimprensa.com.br/canalant/cultura/dprimedicao/cultura4.htm
O escândalo sexual repercute em toda imprensa. Para solucionar o caso é convocado o "incomparável" Conrad Bean (Robert De Niro), que resolve todos os problemas do presidente. Mas para isso recorre à ajuda de um grande produtor de Hollywood, nada menos que Stanley Motss (Dustin Hoffman). A farsa consiste em forjar uma guerra entre os Estados Unidos e um país que a população nem pudesse imaginar: a Albânia.
Daí em diante a representação dos personagens se torna empolgante; o espectador fica fascinado com a criatividade do produtor de cinema. Entretanto, pode-se notar o que está por trás da força política de uma nação. O enredo do filme mostra o poder que a mídia traz, a fácil manipulação, motivo de gozação para muitos daqueles articuladores de farsas existentes.
Distrair a atenção do público. Esse é o alvo. A mídia forja situações para desviar os olhos do povo de determinado fato. Em Mera Coincidência foi uma guerra cinematográfica. Um dos problemas de nossa formação é que não queremos saber o que esta por trás dos acontecimentos. Qual o verdadeiro sentido de uma guerra?
Acontece que ninguém pensa nos motivos de uma guerra. O presidente diz "vamos guerrear" e todos aceitam. Isso nos lembra o grande ditador Hitler e sua grande carnificina - talvez o querido presidente dos Estados Unidos esteja se inspirando nestes ensinamentos.
Isso tudo será mera coincidência? Algo muito maior pode estar nos bastidores. Quando se trata de autobenefício o governo poder até forjar uma guerra. Até quando vamos vê-los no desenrolar dos fatos e imaginar que tudo é o acaso?
Fantoches. Isso é que somos. Em guerra a mídia sempre enfoca a maior potência. Todos vão com ela. Seria coincidência? Não. A história está aí para provar.
Ficha técnica
Título Original: Wag the Dog
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1997
Direção: Barry Levinson
Roteiro: Hilary Henkin e David Mamet, baseado em livro de Larry Beinhart
Produção: Robert De Niro, Barry Levinson e Jane Rosenthal
Música: Mark Knoffler
Direção de Fotografia: Robert Richardson
Direção de Arte: Mark Worthington
Figurino: Rita Ryack
Edição: Stu Linder"
Fonte: canaldaimprensa.com.br/canalant/cultura/dprimedicao/cultura4.htm
domingo, 13 de junho de 2010
Midias Sociais
A bola da vez podemos dizer que são as mídias sociais, twitter, Orkut, face book, sônico, baboo,Messenger, skype entre tantos outros;que não faz parte de algum deles estão fora do “planeta”.
È onde pode estar próximos de todos estrelas de TV, grande escritores, entre tantos outros famosos e intelectuais, nos proporciona a ficar perto de pessoas longes e matar saudades, como encontramos quem faz algum tempo que não vemos.
Além de proporcionar essa amizade virtual, nos mantém informados sobre o que acontece em torno de nós, a noticia dada por pessoas “normais”,tornando em “jornalistas” e expertes em determinados assuntos.
Dando oportunidades de realizar o famoso sonho de quinze minutos de fama, de expressão de opinião,de levar informação de maneira clara e objetiva a todos.
È onde pode estar próximos de todos estrelas de TV, grande escritores, entre tantos outros famosos e intelectuais, nos proporciona a ficar perto de pessoas longes e matar saudades, como encontramos quem faz algum tempo que não vemos.
Além de proporcionar essa amizade virtual, nos mantém informados sobre o que acontece em torno de nós, a noticia dada por pessoas “normais”,tornando em “jornalistas” e expertes em determinados assuntos.
Dando oportunidades de realizar o famoso sonho de quinze minutos de fama, de expressão de opinião,de levar informação de maneira clara e objetiva a todos.
Mídias
As alternativas de mídia estão cada dia mais amplas, uma área que vem se expandido e criando um leque de opções ao anunciante. Todos os segmentos tradicionais, estão se renovando, oferecendo assim novas opções, como a televisão que através dos canais fechados seleciona o seu publico alvo; o rádio, no seu formato tradicional, ainda é massivo com uma programação que privilegia a comunicação direta com consumidor desejado. Há também a boa e velha mídia exterior essa proporciona uma grande variedade de inovação e criatividade, pois além de outdoor e mobiliários urbanos ela da a ousadia de brincar, como nas calotas de carros, em meios que aumentam a cada dia.
As Midas impressas, com sua modéstia, também não devem ser esquecidas como os folders e flyers, dá para criar campanhas econômicas bem diferenciadas, utilizando alguns meios que a produção gráfica nos permite, como acabamentos, etc.
Mas o meio que realmente pode fazer a diferença a seu cliente é a Internet, pois ele nos permite a interatividade com o novo consumidor 2.0 , dando oportunidade para criar um elo com a marca, e aquela que pode gerar um boca-a-boca no mesmo instante que ocorreu, que vira assunto não só no mundo virtual mas no cotidiano, gerando discussões, comentários críticas e elogios sobre a empresa. Mas também pode ser aquela que se errar não te perdoa, fazer que sua credibilidade acabe.
Assim paramos para pensar será o fim das mídias tradicionais? Será valido o horário nobre da novela?
Não, não é o fim, mas sim o inicio da era da criatividade, onde ser inusitado pode sim dar grandes resultados.
As Midas impressas, com sua modéstia, também não devem ser esquecidas como os folders e flyers, dá para criar campanhas econômicas bem diferenciadas, utilizando alguns meios que a produção gráfica nos permite, como acabamentos, etc.
Mas o meio que realmente pode fazer a diferença a seu cliente é a Internet, pois ele nos permite a interatividade com o novo consumidor 2.0 , dando oportunidade para criar um elo com a marca, e aquela que pode gerar um boca-a-boca no mesmo instante que ocorreu, que vira assunto não só no mundo virtual mas no cotidiano, gerando discussões, comentários críticas e elogios sobre a empresa. Mas também pode ser aquela que se errar não te perdoa, fazer que sua credibilidade acabe.
Assim paramos para pensar será o fim das mídias tradicionais? Será valido o horário nobre da novela?
Não, não é o fim, mas sim o inicio da era da criatividade, onde ser inusitado pode sim dar grandes resultados.
sábado, 12 de junho de 2010
T.v., Rádio E Jornal
(Orlando Moraes)
A televisão boa de mira
Atira nos olhos de quem vê
O mané esperto, a criança,
O executivo crê que não crê
Que o beijo, que o sangue, que a missa
É o que mais se vê na tv
Mas ela não vê que quem vê
Não é dono da própria visão
Das cores e do pensamento
Da grana e da reação
E a vida imita a tv (3 vezes)
Não quero ser um brasileiro
Culpando a televisão
Discurso sem paradeiro
Igual esta própria canção
Que a lama brilhante
Nos mostre o elefante noutra dimensão
Que a sua democracia sirva de exemplo à nação
A nação (3 vezes)
O rádio, objeto portátil
Que já serviu de mentor
Na vóz de um maluco feliz
Que dizia-se locutor
E hoje não se vê morrendo no
Vício do programador
Que acha difícil tocar as canções
Que não falam de amores
Que faz seus contratos e esquece
O Brasil e seus compositores
Queria a possibilidade
De ouvir do Rock ao baião
A música Africana, Londrina,
A música do Paquistão
Chorar na estrada deserta
Quando tocar a canção
Que nos faz lembrar
Que a canção vencerá
Em qualquer condição
Condição (3 vezes)
O jornal desperta e avisa
Quem nasce quem já morreu
Com a sabedoria incerta
Confunde que leu, e não leu
Mas o papel embrulha o vento,
Os sonhos, a carne do ateu
Que borra os dedos de medo
E a foto nos mostra a polícia
Cercando o bandido
Que rouba o vestido
E virou notícia
E a vida imita o jornal (3vezes)
Talves nunca seja possível
Imprimir os olhos de Deus
Na foto, feito corcovado nublado,
Olhando pros seus
Tentando entender a delícia
Que tem a notícia nos breus
Mas vejo seus olhos na foto
E digo logo: são meus
São meus (3vezes)
A televisão boa de mira
Atira nos olhos de quem vê
O mané esperto, a criança,
O executivo crê que não crê
Que o beijo, que o sangue, que a missa
É o que mais se vê na tv
Mas ela não vê que quem vê
Não é dono da própria visão
Das cores e do pensamento
Da grana e da reação
E a vida imita a tv (3 vezes)
Não quero ser um brasileiro
Culpando a televisão
Discurso sem paradeiro
Igual esta própria canção
Que a lama brilhante
Nos mostre o elefante noutra dimensão
Que a sua democracia sirva de exemplo à nação
A nação (3 vezes)
O rádio, objeto portátil
Que já serviu de mentor
Na vóz de um maluco feliz
Que dizia-se locutor
E hoje não se vê morrendo no
Vício do programador
Que acha difícil tocar as canções
Que não falam de amores
Que faz seus contratos e esquece
O Brasil e seus compositores
Queria a possibilidade
De ouvir do Rock ao baião
A música Africana, Londrina,
A música do Paquistão
Chorar na estrada deserta
Quando tocar a canção
Que nos faz lembrar
Que a canção vencerá
Em qualquer condição
Condição (3 vezes)
O jornal desperta e avisa
Quem nasce quem já morreu
Com a sabedoria incerta
Confunde que leu, e não leu
Mas o papel embrulha o vento,
Os sonhos, a carne do ateu
Que borra os dedos de medo
E a foto nos mostra a polícia
Cercando o bandido
Que rouba o vestido
E virou notícia
E a vida imita o jornal (3vezes)
Talves nunca seja possível
Imprimir os olhos de Deus
Na foto, feito corcovado nublado,
Olhando pros seus
Tentando entender a delícia
Que tem a notícia nos breus
Mas vejo seus olhos na foto
E digo logo: são meus
São meus (3vezes)
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Como relacionar tantas mudanças
Twitter, Orkut. Televisão, mídia externa, mídia tradicional, enfim, em menos de um século a evolução dos meios de comunicação, com o surgimento de novos, foi tão intensa que o profissional da área precisou se reiventar.
O público, agora não mais passivo, passa a buscar seu espaço, questionando, fazendo noticias e selecionando aquilo que lhe interessa. Enfim, se revolucionou se
a comunicação.
No entanto este processo de segmentação, que a sociedade vive, não é válida para um comunicador. Se as especializações são cada vez mais definidas e os “novos” profissionais dominam apenas uma parte do processo de produção, o comunicador deve generalizar, compreender todo o processo, desde a formulação da noticia até que esta seja compreendida por seu receptor, e mais ainda deve conhecer todos os meios pelo qual essa mídia deve ser transmitida.
Então, se hoje a internet é a bola da vez, devemos lembrar que rádios, televisões, impressos, ainda tem seu público fiel. E se hoje se discute o fim ou não dos meios tradicionais, é valido lembrar que ainda estão presentes, e teem grande influência sobre as massa. Por tanto, é necessário a interação destes meios, assim como do profissional que deve ser um comunicador integrado.
O público, agora não mais passivo, passa a buscar seu espaço, questionando, fazendo noticias e selecionando aquilo que lhe interessa. Enfim, se revolucionou se
a comunicação.
No entanto este processo de segmentação, que a sociedade vive, não é válida para um comunicador. Se as especializações são cada vez mais definidas e os “novos” profissionais dominam apenas uma parte do processo de produção, o comunicador deve generalizar, compreender todo o processo, desde a formulação da noticia até que esta seja compreendida por seu receptor, e mais ainda deve conhecer todos os meios pelo qual essa mídia deve ser transmitida.
Então, se hoje a internet é a bola da vez, devemos lembrar que rádios, televisões, impressos, ainda tem seu público fiel. E se hoje se discute o fim ou não dos meios tradicionais, é valido lembrar que ainda estão presentes, e teem grande influência sobre as massa. Por tanto, é necessário a interação destes meios, assim como do profissional que deve ser um comunicador integrado.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Apresentação
Criado, a principio, para um trabalho de faculdade, este blogger busca levantar discussões sobre as midias - tradicionais, novas - enfim; no entanto buscaremos, aproveitar este espaço para oferecer dicas de filmes, documentários, livros, artigos, sobre Comunicação.
Espero que aproveitem este espaço e que as dicas e reflexões sirvam para questionarmos e democratizarmos esses meios.
Espero que aproveitem este espaço e que as dicas e reflexões sirvam para questionarmos e democratizarmos esses meios.
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